segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

APRESENTANDO...

Thominhas
Koba
Pe Lu
Pe Lanza

Apresentados agora é só ir no show!!

Q tal um pouco mais de RESTART?


O que começou como diversão se tornou profissão para os integrantes da banda Restart que, com apenas um ano de estrada, já conquistou milhares de fãs.O single Recomeçar (mistura de música eletrônica com influência dos anos 1980) está rolando nas rádios e o clipe já pode ser conferido no YouTube.

O guitarrista e um dos vocalistas Pedro Lucas, 18 anos, conversou com o ZTR e contou como está sendo essa fase. "Montar uma banda não é fácil como muitos imaginam", explica ‘Pe Lu'', que trancou faculdade de Produção Musical para seguir na carreira. Para ele, a Restart só conseguiu chegar onde está por causa da dedicação e do carinho dos fãs.

A banda, cujo nome surgiu de uma brincadeira de videogame, busca retratar nas letras assuntos do cotidiano dos adolescentes. "Fazemos um som feliz, que passa energia boa. Mas no início não pensávamos em viver disso, até porque o cenário musical não é garantido."

Pe Lu, Pe Lanza, Koba e Thominhas se conheceram no colégio e formaram uma banda para participar de festivais.

RESPONSA - Este é o ano da Restart. Além de lançarem CD também foram escolhidos para abrir o show da cantora Jojo (do sucesso Too little, Too late) que seria no dia 3 de novembro, mas foi adiado para 2010. "Quando recebemos o convite ficamos surpresos e em choque", diz o vocal, que acha grande responsabilidade abrir um show para milhares de pessoas.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Especial Restart

Começa hj o especial desses gatos maravilhosos a Banda Restart!!!!
Fikem ligado!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Restart me dá um Play!

Abaixo tem a letra da música deles que está na boca da galera!!
Gatinhos hem?
Enloqueçam meninas aki no ZTR tbm tem RESTART!

Vamos RECOMEÇAR com a Restart.

Eu sei que assim talvez seja melhor
Mas não espero ver você voltar
E dizer que podemos recomeçar

E as noites que em claro eu passei
Só pra entender, ou enxergar onde eu errei
De nada valerão depois do fim

E hoje sei...

E hoje sei, sei, sei
Não importa mais
Porque não vai, vai, vai
Voltar atrás
Do que restou em mim

E não vou mudar, nem tentar entender
O que aconteceu, ou vai acontecer
Nossa história teve um fim.

vai!

Eu sei que assim talvez seja melhor
Mas não espero ver você voltar
E dizer que podemos recomeçar

E hoje estava pensando em você
Em tudo o que eu queria te dizer
Mas não tive coragem de falar

E hoje sei...

E hoje sei, sei, sei
Não importa mais
Porque não vai, vai, vai
Voltar atrás
Do que restou em mim

E não vou mudar nem tentar entender
O que aconteceu ou vai acontecer
Nossa história teve um fim

E hoje sei... (não volta mais)
E hoje sei, sei, sei
E hoje sei... (não volta mais)
E hoje sei, sei, sei

E hoje sei, sei, sei
Não importa mais
Porque não vai, vai, vai
Voltar atrás
Do que restou em mim

E não vou mudar, nem tentar entender
O que aconteceu, ou vai acontecer
Nossa história teve um fim

E hoje sei, sei, sei
Não importa mais
Porque não vai voltar

E hoje sei, sei, sei
Não importa mais
Porque não vai, vai, vai
Voltar atrás
Do que restou em mim

E não vou mudar, nem tentar entender
O que aconteceu, ou vai acontecer
Nossa história teve um fim.

Nossa história teve um fim.

Entrevinsta com a Hevo!

1 – Hevo84 é um nome bem sugestivo e um nome que esta correndo pelo Brasil a fora, primeiramente nos conte qual significado e quem chegou no conceito de que esse seria o nome certo pra banda.


Renne : Hevo, significa infinito e indestrutível na lingua portuguesa mesmo, 8 é o simbolo do infinito e 4 é o numero de integrantes da banda. O conceito foi uma viajem minha mesmo (rs) mas o nome foi o fernandinho que achou no dicionário e sugeriu. :

2 – A banda vem de uma luta já há um tempo, ambos largaram seus receptivos “emprego e estudo” para se dedicar somente ao seu verdadeiro sonho, como se explica isso, essa vontade toda e esforço valem a pena realmente ?


Fernando : Com certeza vale a pena correr atrás dos seus sonhos, sempre vale a pena!!!Basta dedicação e investimento em todos os sentidos. O tempo realmente é muito importante, investir o seu tempo no trabalho seja lá qual área você pretenda seguir vale muito a pena.

3 – Recentemente vocês assinaram com uma gravadora do mainstream como foi essa transgressão ?

Leland : Na verdade foi bem tranqüila, quem apresentou o nosso trabalho para a Som Livre foi uma amiga nossa de cascavel, a Isa, que conheceu pessoas do meio

4 – Existe alguma data para o lançamento do novo CD ? Como foi o processo de gravação ?

Renne : O cd tem previsão para ser lançado no mês de Maio, sendo assim estamos nos preparativos finais, mas ainda não definimos um dia certo.

O cd eu mesmo produzi, no meu quarto mesmo, iamos gravamos diariamente até ficar pronto, foi um processo que durou um mês até eu terminar. Daí levamos o material para a audição da gravadora, teve uma puta aceitação de todos. Partimos para o processo de mixagem final, num studio fudido lah no RJ onde pudemos ouvir o resultado final. Ficou chocaaaaante!!!!!! : )

As músicas que circulam e já dão o que falar na net, são apenas prés-p

5 – O que esperam e como estão trabalhando pra encarar essa nova fase ?

Suspiro : Bem, meu caro amigo esperamos assim, como qualquer outra banda que esse nosso novo som, atinja todas as pessoas imagináveis e inimagináveis deste planeta. E quanto a esta nova fase, vamos tirar de letra. Todos estão bem fisicamente,agora,psicologicamente, ainda faltam alguns ajustes, mas vamos nos sair bem,ok?? all ri

6 – Agora em abril vai fazer 1 ano que vocês se mudaram pra São Paulo, o que acharam, esta dentro das expectativas, abriram-se as portas ou não mudou muita coisa ?

Leland : Muita coisa mudou mas a essência da HEVO84 continua a mesma. Em menos de um ano na capital Paulista estávamos com um contrato assinado com uma grande gravadora e isso nos deixa muito satisfeitos com nosso trabalho até aqui. Com certeza abriram-se portas afinal São Paulo é a terra das oportunidades

7 – Qual é a diferença da cena de São Paulo com a cena lá do Paraná ?

Suspiro : Olha, meu bom homem, há muita diferença em Curitba, tivemos e ainda temos, o apoio de algumas rádios fizemos ótimos shows nas casas mais conceituadas, fizemos muitos fãs e tudo o mais. Temos muito a agradecer mesmo! Em Curitiba,existem ótimas bandas e músicos, mas o cenário ainda não é tão profissional levado á sério, no final das contas, a galera que tá querendo fazer o som próprio, acaba tendo que tocar em outras bandas, tipo fazer uns covers, bandas shows etc. Para poder pagar as contas e sobreviver não sei ao certo se a culpa é da platéia, que não tem o costume de valorizar os bares que prevalecem as bandas de som próprio, etc, enfim,fuck off! Agora,em São paulo,a coisa é mais profissional.as bandas são mais agilizadas,o corre é intenso e todo mundo quer aparecer,em consequência, o mercado, a cena está sempre na ativa.Sem contar a dimensão e a gama dos veículos de comunicação. Gravadoras, rádios ,bares etc. Resumindo a diferença está na dimensão, na gama e na plumagem, assim como 2+2 = 5 ok? all right?


8 – Como a mais nova revelação da novela malhação. Como o publico mais “novo” esta reagindo diante da banda ?

Fernando : Da melhor maneira possível eu acredito. Bastante gente vem conversar com a gente dizendo ter ouvido a música na novela, isso é muito legal.

Alguns fãs que já conheciam a banda antes chegam a falar pra gente, que vamos esquecer deles agora com tantos fãs novos. Na verdade isso não existe, somos todos uma família, a galera que conheceu a banda agora não é mais nem menos importante do que aqueles que já conheciam antes da novela

9 – Como esta sendo a repercussão pra vocês e como vocês estão lidando com isso ?

Renne : Sinceramente ainda não paramos pra medir febre nem nada, sentimos que ainda não é o momento certo pra isso. Estamos trabalhando e arquitetando tudo de maneira que o novo cd seja lançado da maneira mais sólida possível. Mas confesso que colocamos algumas musicas novas no myspace pra o publico sentir o que vêm por ai e já teve uma boa aceitação.

10 – Acredita que hoje em dia não existam mais barreiras pra se fazer rock no Brasil ?

Suspiro: Barreiras? Os beatles já derrubaram todas, segue o rock. Elvis not dead!!

11 – Com o crescimento da cena alternativa esta surgindo mais oportunidades, como avaliam a cena independente nos dias de hoje?

Leland : Esta mais eclética que antes, hoje temos uma diversidade maior de ritmos e estilos musicais tocando nos porões underground por aí, o que vem para somar e fortalecer a cena independente do B

12 – A internet talvez seja o ponto mais forte na vida, não só de uma banda, mas também de qualquer outro trabalho hoje em dia, como vocês lidam com a mesma e até quando é bom e vocês tem algum limite em usufruir dessa ferramenta?

Fernando : Não temos limite algum. O limite é até onde nosso conhecimento alcança. Eu que fico mais ligado nessa parte, procuro sempre pesquisar novas maneiras de divulgar pela internet, novos sites, novas ferramentas. Procuramos sempre responder a galera nos nosso canais oficiais, é muito bom ter aquele “feedback” imediato quando colocamos algo novo no ar, isso ajuda a gente a saber se estamos indo pelo caminho corre

13 – Como é a relação de vocês com os fãs?

Leland : Totalmente aberta, temos contato direto com uma grande parte pela internet, e após nossos shows sempre recebemos quem estiver afim de entrar no camarim seja para tirar uma foto, pegar um autógrafo ou apenas para nos apetar a mão e falar seu nome. Com muitos temos uma amizade que vai além, que chega a ser um amigo para outros momentos de nossas vidas.

14 – Nas horas vagas o que costumam fazer ?

Suspiro : Olha meu bom homem, estou sempre tocando um violãozinho, meu baixo, lendo ou escrevendo alguma coisa, até um skate ainda vai de vez em quando saca ? Quanto aos demais...

15– E pra um show ser o mais perfeito possível, pra vocês o que não pode faltar ?

Fernando : Acredito que seja aquele frio na barriga antes de entrar no palco e é claro nossa equipe técnica, que deixa tudo preparado, sem eles o show não acontece

16 – O que vocês têm escutado ultimamente, tanto em material nacional e internacional ?

Renne : Entramos numa fase de manter o espírito aceso, investir no clima do momento, sendo assim não abrindo espaço pra muitas informações novas. O cd novo teve boas influencias nos digamos "toques à mais", continuando rico em ROCK, muito rico em melodias e poesia. Contudo, continua sendo algo extremamente nosso, cada vez mais livre de compara

17 – E o clipe “Passos Escuros” quando ira sair, como foi à produção?

Renne : Vai ser, sem sombra de duvidas um grande presente em reconhecimento ao nosso publico atual, e uma surpresa para a grande massa que em partes ainda não nos conhece, pois passa a ilustrar a nossa música que compõe a trilha da novela malhação. Numa versão acústica, retratando um clima descontraído, porém centrado em coisas boas. Tem previsão de lançamento para os próximos dia

18 – Qual dica ou conselho que deixam para as bandas que pensam em seguir o mesmo caminho que a Hevo84 ?

Renne : Sinto que seria difícil dar dicas para as bandas de uma maneira geral. A Hevo pra mim, é um sonho de toda uma vida e isso bastou para que eu largace tudo onde eu morava pra seguir em frente. Não quero incentivar os outros a fazer mais loucuras como essa. Mas a minha grande dica é "sintam a paixão", e quando a paixão acabar, façam por amor e nunca desistam.

Esta entrevista foi a algum tempo mais dá p/ curtir!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Como nasceu essa banda?


Hevo84 é uma banda do gênero Pop Rock/Hardcore / Emocore, formada no final de 2005 em Paranaguá no litoral do Paraná, e vai além do que Baixo, Guitarra e Bateria, pois também mistura elementos eletrônicos. Ela tem suas próprias letras, e isso a faz ter um impacto maior no universo jovem, pois falam de sentimento sem medo, e isso torna a Hevo84 cada vez mais interessante.

Como a Hevo84 tem todas suas letras autorais, ao logo desses quatros anos de carreira ela tem usado a internet como maior meio de divulgação de seu trabalho, em sites que abrem espaço para bandas independentes, como a TramaVirtual e o YouTube, onde a banda lançou o vídeo clipe da música "A Vida é Minha", que teve um grande sucesso, sendo visto por mais de meio milhão de pessoas no canal de vídeos da banda, o YouTube.

Atualmente a banda prepara o lançamento de seu novo CD "Dias de Fuga", pela Som Livre, mas que ainda não possui previsão para data de lançamento.

Mesmo abrindo shows para bandas do cenário nacional, a Hevo84 sempre teve seu shows bem marcantes, fortes e contagiantes, foi desse jeito que acabou chamando muito a atenção em Curitiba, Paraná. E assim em pouco tempo teve uma grande legião de fã seguindo o quarteto em apresentações pela cidade e nas regiões próximas.

A banda se instalou em São Paulo em busca de um espaço maior para a divulgação de seu disco "Dias de Fuga", que foi lançado de forma independente e já atingiu a marca de 2000 mil copias vendidas e isso sem contar os milhares de downloads feitos pela internet nos canais oficiais da banda. O CD tem como singles as músicas: “A Vida é Minha" (primeiro single a chegar nas rádios), "Passos Escuros" (que faz parte da trilha sonora da novela Malhação 2009 da Rede Globo), "Mas Você Nem Vai Saber" e "Meu Mundo Sem Você", que hoje são cantadas a uma só voz pelo publico nos shows.

Participando de grandes festivais como o Maquinaria Rock Fest no Espaço das Américas, ABC Pro HC (Um dos maiores festivais independentes de música do país), Shows no Hangar 110 (Casa de shows bastante conceituada no cenário musical), Estúdio Coca-Cola em Curitiba/PR, além de mais de 50 shows em menos de 6 meses por todo o Brasil no ano de 2008.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sintonizando a Hevo 84...


É isso aí Hevo 84 vai ser a Banda ESPECIAL(mais do q especial) ela vai ta aki por uns dias.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Segredo-Hóri

Agora eu sei por que tudo acabou
Eu sei fui eu que errei de nada adiantou
fugir pra longe de mim.

Agora eu sei que nada vai fazer
voltar o tempo que nós dois
sorrimos sem pensar
e eu que pensei
nunca ter um fim.

Você pode até tentar
fugir, mas pra sempre
vai estar aqui,
no meu coração
Você pode até tentar
fugir, mas pra sempre
vai estar aqui,
no meu coração

Eu sei você mostrou
o que eu não pude
ver e agora é tão difícil
tentar te esquecer e eu
eu tento entender

Agora eu sei que posso te fazer pensar
dizendo coisas que você gostava de escutar
e eu, que pensei
Nunca ter um fim.

Você pode até tentar
fugir, mas pra sempre
vai estar aqui
no meu coração
Você pode até tentar
fugir, mas pra sempre
vai estar aqui
no meu coração

E é você que me faz ter forças
pra viver
e não há mais ninguém capaz
de entender o que eu sinto por
você
vai além do que se pode ver

Você pode até tentar
fugir, mas pra sempre
vai estar aqui
no meu coração. [2x]
Música Linda

domingo, 29 de novembro de 2009

Entrevista com eles!!

Como surgiu a ideia de montar uma banda?
Fiuk:
Desde criança as pessoas vinham a mim com aquela história de filho de peixe, peixinho é. Não que eu não gostasse, mas inconscientemente me sentia obrigado a ser cantor. Sempre me questionava: ''Será que tenho de cantar?''. Meu pai (Fábio Jr.) nunca me obrigou, mas esteve pronto o tempo todo para me apoiar. Isso me deixava mais tranquilo. Fui obrigado pela minha mãe a fazer aula de violão; então, aos 11 anos, já tinha a minha primeira bandinha de escola. Para meus colegas aquilo era só diversão, mas eu tinha certeza de que era aquilo que eu queria. Quando estava com quase 14 anos, fui a um estúdio e aí apareceu o primeiro baterista que conheci na minha vida, o Xande.

Xande: Recebi o telefonema de um cara falando (imitando a voz fininha de Fiuk aos 13 anos): ''E aí meu, tô querendo fazer umas músicas (risos)''. Quando ouvi o som dele, pirei. Começamos a ensaiar e depois ele foi mostrando as ideias que tinha. Com o passar do tempo, gravamos algumas coisas, e logo surgiu o lance de montar uma banda.


Você já conhecia o Fiuk como filho do Fábio Jr.?
Xande:
Isso foi muito engraçado. Quando aceitei fazer a parceria com o Fiuk, nem sabia de quem ele era filho. Foi apenas no terceiro ou quarto ensaio que descobri. Estávamos num centro comercial e eu deixava meu carro do lado de fora para não pagar estacionamento. Na hora de ir embora, Fiuk quis que seu pai me desse carona até meu carro. Quando ele desceu o vidro, falei: ''Nossa, olha quem é o pai do cara''.


Como aconteceu a formação da banda?
Fiuk:
Depois do Xande, veio o Max, que foi a salvação. Eu era muito sozinho nessa época e compunha quase todas as músicas. Ele apareceu e eu tive certeza de que era o cara. No primeiro ensaio ele tocou tudo errado, mas na maior vibe. Ali vi uma pessoa parecida comigo. Depois, Max me apresentou ao Renan. Quando ele chegou ao estúdio, senti a mesma energia logo de cara. Eu não queria abrir o jogo para o grupo. Ninguém sabia de nada, mas eu já tinha certeza de onde tudo ia dar. Só que ainda estávamos sem um baixista. Foi quando apareceu o Fê Campos, isso foi neste ano, na fase de pré-produção do CD.


Objetivo em comum, todos vocês têm, a música. Em compensação, cada um viveu uma história bem distinta. Como foi a sua até chegar aqui?
Fê Campos:
Antes da Hori, eu era baixista da banda Mipti, do ex-BBB Rafinha. Lembra? Depois do programa, os rumos mudaram um pouco, então resolvi sair do grupo e até do cenário musical. Eu travei, meu psicológico foi lá no chão, cheguei a ter síndrome do pânico e achei que não conseguiria tocar mais. Foi aí que compus uma canção de amor proibido para uma menina que eu gostava (ele ainda é apaixonado por ela). O nome é 23 de Novembro, dia em que nos conhecemos (pausa… envergonhado). Tomei coragem e mandei a música para ela, que ficou pirada... Depois disso resolvi quebrar meus paradigmas. Subi num palco para cantar pra ela. Pena que no dia do show ela não compareceu, foi o maior relaxo da parte dela. Mesmo sabendo disso, fui lá e cantei. Fizemos um vídeo que mais tarde foi apresentado ao Fiuk. E isso me colocou hoje na banda.

A sua história de vida é um pouco mais triste.
Max:
Sempre toquei. Aos 13 anos já tinha banda própria. Eu conheci o violão aos 6 anos, apresentado pelo meu pai, que ironicamente não gostava que eu tocasse. Mas eu tocava mesmo assim, o bichinho já tinha picado (risos). A minha família sempre foi contra meu gosto pela música, o tempo inteiro. Até que um dia meu pai falou: ''Ou a sua banda ou a sua casa''. Fui morar na Espanha e arranjei outra banda lá.


Mas a situação da sua família ficou dramática no Brasil, não?
Max:
Eu estava na Espanha há um ano e meio, então meu pai adoeceu. Foi quando ele me ligou meio rouco, dizendo: ''Max estou muito mal, no hospital''. Fiquei abalado, minha família escondeu tudo de mim, mas descobri que ele estava com câncer de faringe. Voltei, precisava ver meu pai. Ficamos dois meses juntos. Foi uma fase muito complicada, triste. Lembro que um dia ele estava no leito de morte, na TV passava um clipe, ele olhou, sorriu e apontou para mim. Entendi o que ele quis dizer: ''Vai, você pode''.


Você sentiu que poderia seguir em frente com o sonho da música?
Max:
Ele fez tudo certo. Quando ele me colocava para baixo, era para me deixar cada vez mais forte, para que eu acreditasse no que eu queria. Ele testava meus limites. Mas só fui entender isso depois que ele partiu. Fiquei um bom tempo perdido, era o único homem da casa. Ainda assim, tinha o sonho de continuar com a música. Eu comecei a fazer faculdade, arrumei emprego, precisava me virar de algum jeito. Mas a música foi mais forte.


O lance de vocês com a música existe desde 2003. Por que só agora, em 2009, resolveram lançar um álbum?
Fiuk:
É porque foi justamente agora que o nosso ciclo fechou e é por isso que só agora saiu o primeiro CD, depois de quase seis anos juntos.

Xande: Acho que só hoje temos a verdadeira noção. Ainda bem que só aconteceu agora, porque agora a banda está amadurecida. O master acabou de chegar aqui... É o resultado do nosso primeiro trabalho (com os CD nas mãos).

Renan: Sempre achei que as músicas, antes da formação final da banda, eram muito mais do mesmo. Agora é diferente, tem a nossa cara de verdade.


Como é ver o nascimento do primeiro trabalho de vocês?
Fiuk:
Na nossa história sempre o teve o lance de acreditar que tudo daria certo. Todos os dias eu sentava com eles e falava: ''Galera, o disco vai ficar muito bom'', e não havia nada pronto. Mas a cada dia saía um negocinho novo. No dia que saiu o disco, eu não sabia o que era um parto, mas eu tive um. É como um filho.


A Hori segue algum tipo de influência?
Fiuk:
Essa questão é muito louca, porque quem é a imagem do rock no Brasil? NX Zero, Fresno, para os adolescentes. A imagem que a galera tem é essa. Se uma banda nova entra no cenário, ela tem de se encaixar em algo que já existe. Quando a gente mostra o nosso trabalho, esse pensamento muda, porque não somos parecidos com nada que já existe. Não somos melhores, iguais ou piores, buscamos outra vertente.

Fê Campos: Não nos preocupamos com isso. Queremos fazer a nossa música e termos nossa identidade. Eu gosto muito de reggae. Uma banda de reggae tem que ser rasta, ter um som parecido com o do Bob Marley, enfim. Não somos assim... Não vestimos uma carcaça pra depois fazermos música, fizemos o inverso.


Vocês são uma banda do quê?
Fiuk:
As influências que a nossa banda tem são nossas, dos nossos gostos musicais. Nossa banda é de rock. O Xande, por exemplo, gosta mais de metal e de Beyoncé. O Fê curte moda de viola, além de música eletrônica. O Renan ouve sertanejo o dia inteiro (risos).


Eu adoro o blog ZTR e eu e meus parceiros sempre q podemos estamos aí.

O q é Hóri?Como nasceu?

A maioria das pessoas q vêem os Gatíssimos da Hóri bombando ñ sabem de onde vem a gente explica.
Hori (pronuncia-se Róri) é uma banda brasileira de Pop Rock formada na cidade de São Paulo,SP em 2004. Depois de algumas mudanças na formação, a banda consiste em Fiuk (vocal), Max Klein (guitarra solo e vocal), Renan Augusto (guitarra base e vocal), Fê Campos (baixo) e Xande Bispo (bateria).

2004-2009: Formações

A história da banda se inicia quando Felipe Galvão, mais conhecido como Fiuk (filho do cantor romântico Fábio Jr.), procurando por parceiros para ensaiar, conheceu o baterista Xande Bispoem um estúdio no condomínio paulista de Alphaville. Para o posto de baixista, foi escolhido Alex, que entrou em 2005, assim como o novo guitarrista, Cleiton Galvão (primo de Xande).

A banda gravou o EP independente Mentes Inquietas, com cinco faixas. A formação durou até o início de 2008, com a saída de Cleiton Galvão. Por intermédio de Mi Vieira (Vocalista da banda Glória), Fiuk conheceu Max Klein, que já havia tocado no Glória e em outras bandas independentes como Enjoy e Etna, além de ser compositor e produtor musical. Na época, a banda passava por mudanças e Fiuk convidou Max para ir até um ensaio para conhecê-lo melhor. Max tinha acabado de perder o pai, estava tenso e cometeu alguns erros técnicos, porém, mesmo assim agradou o líder da banda. Com a saída de Cleiton, Max foi efetivado como guitarrista solo.

Dois meses depois, a banda assina contrato com a Warner Music Brasil e, durante a pré-produção do álbum, o guitarrista rítmico Alex deixou a banda, tendo seu lugar assumido por Renan Augusto. Mesmo sem um baixista a banda começou a compor as faixas que formariam o primeiro álbum oficial. A partir do início das gravações, Fê Campos assume o baixo.

Fiuk, por sua vez, iniciou sua carreira de ator ao ser convidado para protagonizar a 17ª temporada do seriado Malhação, iniciada em 9 de Novembro de 2009 e intitulada Malhação ID. A música Quem sou eu? foi escolhida como tema de abertura da nova temporada.

Agente explica mais depois!!


sábado, 28 de novembro de 2009

É hoje!!

E começa hoje aki no ZTR o Especial com eles mesmos a Banda Hóri!!
EHHH!!
FIQUEM LIGADOS!!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ele recebeu a gente cm o maior carinho!!
Entrevista

Como e quando vocês iniciaram a banda?


A gente se conheceu no colégio, eu e o Dan (guitarrista) e queríamos tocar em um festival em nosso colégio. Depois disso, conhecemos o Dave (baterista) e o Bruno (baixista), formando assim a banda, que se chamava então Without Shoes, em 2004.

Só que não deu certo e, em 2007, com os mesmos integrantes formamos o Cine com uma proposta mais dançante, com influências oitentista, noventista. E depois disso, o Dash (Dj) entrou.



Hoje, fica visível na sonoridade de vocês a influência do Pop oitentista. Porém, como vocês mesmos afirmaram em entrevistas anteriores, a vontade de formar uma banda veio dos shows de punk e hardcore melódico. Foi difícil pra você escrever músicas com essa mistura de sonoridades?


Na verdade, nem foi tão complicado, assim como se imagina. Eu lembro de ir para o colégio com o meu pai e ele ouvindo rádios, com umas baladas anos 80, com bandas como Simple Minds e A-Ha. Então, eu já tinha essa influência.



O visual de vocês é marcante, não apenas pelo estilo, mas pela diversidade das cores. Vocês consideram o visual um detalhe muito importante para o Cine?



Quando a gente começou com o Cine, já tivemos a idéia de ter esse visual um pouco mais pra cima, como o Blink 182, na fase do disco Enema Of The State, quando usavam roupas assim.

Outras bandas influenciaram também, como o Cobra Starship, que usavam faixas na cabeça e a gente achava isso legal. Começamos a usar aos poucos os acessórios e acabou que o nosso público começou a usar isso também e ir aos shows usando essas roupas características, começou uma ceninha em volta disso, sabe. E outras bandas também começaram a ter esse visual. A gente foi meio que precursor. De início a galera achava meio estranho, pensavam: "Que isso, o que eles estão tentando fazer?" Mas depois foram entendendo a proposta e acabaram gostando.



Vocês fazem questão de se distanciar do rótulo "emo", aceitando até melhor, com bom humor, a definição "boy band". Então, contem para a gente quais são as vantagens em ser uma "boy band", na opinião de vocês.


A gente brinca com isso sabe, porque nos nossos shows tem 95 por cento de meninas. E elas que foram brincando e criando esse rótulo. Depois demos uma escrachada, dizendo que preferíamos ser uma boy band porque todos os caras são bonitinhos, cantam bem e tá cheio de mulher atrás deles. (risos)



E vocês nunca tiveram atração pela cena "emo"?


A gente tinha uma banda que tocava nessa cena, que era o Without Shoes. Só que a gente tinha a pegada mais rápida, não melódico que caia mais para o "emo".

Mas, o Cine nunca teve a intenção de seguir para o "emo" e sempre teve uma proposta mais pra cima e visual colorido, "vamos pra balada, curtir", sabe?



As letras do Cine vão no caminho contrário da maior parte das novas bandas de hoje. São "pra cima" e com bom humor. Você acredita que ainda veremos um lado mais obscuro do Cine mais pra frente?



Por enquanto a gente vai continuar com a nossa linha mesmo. No começo, a gente exagerava até mais no colorido. Hoje mantemos o mesmo estilo, em um tênis, um boné, mas a gente tenta não exagerar tanto como exagerava porque nunca tratamos isso como um uniforme, sabe?

Hoje tem banda que tenta ser mais colorida que todo mundo, virou meio que uma briga. E a gente quer meio que sair disso. Porque imaginamos que pode rolar de repente um preconceito enorme em cima.

Eu acredito que o Cine, com o amadurecimento da banda, vai criar músicas mais sérias. Não tínhamos uma música triste, mas com o lançamento do disco temos uma e é até engraçado porque o nome dela éAs Cores. É uma música bem pra baixo, que conta a história de uma pessoa que morreu. A música não tem nada a ver com o Cine, mas a gente fez e a galera gostou bastante.

O pessoal quer até entender a letra, pois há um enigma nela e ficam criando teorias para adivinhar a história. As Cores já tem esse amadurecimento.



DH, você diz que "As Cores" é diferente das outras músicas da banda. Ela por um acaso foi uma das últimas músicas a ser gravada no disco "Flashback"?


Ela foi a última a ser criada. Tínhados 12 músicas para o nosso disco e a gente tem a superstição com o número 13, sabe?

A gente queria lançar 13 músicas e já tínhamos uma idéia de As Cores, mas achávamos ela muito diferente e pensávamos "será que a gente faz ela?". Então, entramos no estúdio, ficamos mais uma semana e a gravamos.



Ainda sobre suas letras, quais delas tiveram o resultado final que mais agradou você?


Existem letras que eu escrevo, leio e gosto, mas depois penso "poderia ser diferente". Então, acredito que nenhuma me agradou por completo. Mas a música que eu mais gosto desse disco éChamada Perdida porque a letra dela é bem significante pra mim. Acho uma música bem forte, letra e melodia.



"Dance e não se canse" virou um bordão do Cine. Qual o significado dele? Trata-se de um recado para alguém ou houve alguma fonte inspiradora?



A gente tinha a intenção de começar com o Cine e mostrar pra galera quem a gente é. Então, a primeira música que a gente tocou foi essa, Dance E Não Se Canse, pra mostrar para todos sobre o que era a banda.

Vendo o pessoal "emo", com aquelas mensagens tristes no MSN, queríamos fazer essa galera ter uns momentos bons, curtir e dançar, para lembrar disso quando for mais velho.



Em uma entrevista, vocês falaram que o sonho da banda quando iniciaram era tocar para um Hangar 110 (casa de shows de São Paulo) lotado. E agora que vocês já chegaram a esse degrau, qual seria o próximo sonho da banda?


A gente antes estava no circuito "underground" e queríamos tocar no Hangar. Quando toquei no Hangar, aí queria tocar na Via Funchal. Quando estava na Via Funchal, queria estar no Morumbi. E então, acabou rolando tudo isso pra gente, sem limites. A gente já tocou pra 45 mil pessoas e a gente é muito grato porque sabemos que não é qualquer banda que vai tocar para esse público.

Quando tocamos com o Jonas Brothers, o manager (empresário) deles assistiu nosso show do palco e disse que nosso som era muito bom, que a nossa presença era diferente e lá fora não tinha isso, essa "suingada" brasileira com pop/rock.

Acabamos abrindo os shows das maiores bandas "teen" do momento, que são o McFly e o Jonas Brothers.

A gente agora brinca, sonha em ganhar prêmios. Participar de programas mesmo, como o "Faustão" e além disso, nós todos temos um sonho de tocar não só no Brasil, sabe. Tocar na América do Sul, em outros países também.



Mande um recado para os fãs do Cine, no ZTR!!!


Agradecemos a todos nossos fãs que acessam o ZTR e pediram a gente aqui. Eu também acesso o ZTR bastante. Obrigado a todos!